7 razões para NÃO ter o sucesso da Apple!

A Apple é a mais valiosa, admirada e também odiada marca do mundo, com mais de 100 biliões de dólares em receitas. Estudar o sucesso da Apple deve fazer parte do processo de desenvolvimento pessoal de qualquer empreendedor.

É difícil não se admitir que estamos diante de uma empresa fora do comum. A Apple arrecada cerca de 50% dos lucros da venda de telemóveis no mundo, quando partiu com apenas 4% das vendas.

Então é possível crescer exponencialmente e isso é uma ótima notícia, certo? Depende…

A má notícia, é que para a maioria das empresas e muito provavelmente também para si, seguir o exemplo da Apple é tão possível como ganhar no euromilhões.

Ninguém duvida que você é o empreendedor mais esforçado do mundo, que sua a camisa diariamente a fazer acontecer e a diferenciar-se do restante mercado. Mas, estará realmente a conseguir?

Aqui ficam algumas razões, pelas quais, não vai conseguir ter um sucesso tão magnífico como o da Apple. Contrarie cada uma delas e pode ser que tenhamos outro exemplo de sucesso como o da Apple (o euromilhões também saí ás vezes! só não sai a quem não joga…):

1. O seu serviço não é sensacional.sucesso da apple

O seu serviço é realmente melhor do que poderia ser – no mundo dos sonhos?

O seu serviço está altamente comprometido com a qualidade, inovação, design e simplicidade – um caminho que a Apple sempre trilhou?

O seu serviço é realmente extraordinário, ou é apenas bom?

A marca mais valiosa do mundo não pensa assim. Se quer ser como a Apple, comece com um compromisso de produzir o melhor serviço que as pessoas podem imaginar.

Não dê ao mercado nada que não esteja perfeito.

O seu serviço vai revolucionar o mercado?

2. Não se importa o suficiente com seus clientes.

As marcas mais bem sucedidas do mundo dedicam-se profundamente à satisfação das necessidades dos seus clientes.

O foco da Apple no cliente é lendário. É só gastar uns 5 minutos dentro de uma Apple Store para entender o que estou a dizer.

Verifique se realmente aplica as cinco regras de atendimento (seja pessoal, telefónico ou até escrito):

Abordagem aos clientes com uma recepção personalizada e afetuosa.

Probe (sonde) educadamente para saber de todas as necessidades dos clientes.

Present (apresente) uma solução que resolva as necessidades do cliente.

Listen (escute) para resolver quaisquer problemas ou preocupações.

End (finalize) com um adeus afetuoso e um convite para voltar.

3. A imagem do seu serviço não é suficientemente bonita.

Sejamos honestos. O que é bonito aparece muito mais do que não é tão bonito. E isso vale para tudo: sites, produtos, carros, casas, etc.

Um dos mais notáveis focos da Apple é a sua estratégia de design impecável. Seus produtos, lojas, sites, anúncios, embalagens de mercadorias – até mesmo o sistema operativo – é muito mais bonito do que o seu melhor concorrente.

E o seu serviço?

Se você não dedica esforço substancial e talento para projetar uma imagem do seu extraordinário serviço, que resolve todas necessidades dos clientes – e que também é bonita – então está a perder uma grande oportunidade de aprender com a Apple a distanciar-se dos seus concorrentes.

4. Não consegue recusar as solicitações que recebe.

Em 1997, Steve Jobs sentou-se na conferência de desenvolvimento da Apple, respondeu às perguntas da audiência e disse a famosa frase: “decidir o que não fazer é tão importante como decidir o que fazer”. Pouco depois disso, Jobs reduziu os produtos da Apple que totalizavam 40 para apenas 4.

Esse tipo de foco – embora difícil de ser alcançado – foi fundamental para colocar o destino da Apple de pavoroso, para impressionante, dado que, naquela época a Apple estava à beira da falência.

Foco exige uma grande disciplina, bem como uma grande clareza e respeito pelo consumidor final. O foco exige a renuncia aos projetos brilhantes, ás tendências, aos desafios competitivos e também ao seu desejo de espalhar o seu sucesso por todo o lado…

Faça do “Menos é Mais” a sua religião.

Nunca terá o sucesso da Apple se não aprender em concentrar-se, acima de tudo o resto, no que verdadeiramente importa para os consumidores.

5. Você não desafia o “status quo”, o fazer como sempre se fez.

Vamos parar e refletir por um instante. É muito fácil parar e criticar a Apple, sobretudo para os invejosos.

Para começar, eles cobram 2 ou 3 vezes mais caro por seus produtos do que a sua concorrência. Além disso, existe(ia?) a personalidade excêntrica de Steve Jobs, que mesmo depois de morto ainda influencia os rumos da companhia.

Steve foi um homem disposto e até impulsionado a assumir riscos. E não apenas riscos normais, mas grandes riscos. E isso não tem a ver apenas com a emoção pelos riscos, mas sim por que ele tinha um desejo insaciável de fazer as coisas melhor, além de uma confiança inabalável na sua própria intuição.

A intuição é uma coisa muito poderosa, mais poderosa do que o próprio intelecto, na minha opinião. Isto teve um grande impacto sobre o meu trabalho”. Steve Jobs.

A Apple tem estado sempre na vanguarda da invenção, não apenas de dispositivos, mas de mercados inteiros.

Quando foi a última vez que desafiou o status quo? Considere questionar-se num momento de decisão: “O que faria o Steve Jobs?”.

6. O seu serviço quebra as promessas efetuadas.

O consumidor quando chega a uma decisão, está a confiar nas promessas que lhes estão a ser feitas, no momento em que faz a escolha.

O seu serviço, no momento em que o está a vender, não é mais do que uma promessa.

A marca Apple promete que, através dos seus produtos, a sua individualidade será notada e destacada. Com o seu iPhone ou iPad, irá tornar-se parte de uma comunidade de pensamento avançado.

A escolha de um Mac em vez de um PC, vai mostrar que você está mais evoluído do que a pessoa ao seu lado que tem um vulgar PC, de qualquer outra marca.

Obviamente que vai pagar por esse privilégio. Mas, vale a pena. Porque sabe que a Apple cumpre as suas promessas.

O seu serviço cumpre realmente tudo o que promete e todas as expetativas que cria junto dos clientes? Faz jus à sua promessa? Se não estiver, está na hora de repensar tudo!

7. O seu serviço não tem um bom “Porquê”.

Para a Apple não basta ter uma resposta clara à pergunta: “o que é que a Apple faz?”, também é necessário dar uma resposta muito clara à pergunta “por que é que a Apple faz isso?”.

A Apple faz: iphones, Ipads, …, mas faz isso para mudar completamente a nossa forma de experimentar e utilizar a tecnologia. É aqui que está a grande diferença e a resposta à questão “por que é que a Apple faz isso?”.

O seu serviço tem uma boa resposta para “o que é que ele faz?”. Obviamente que sim! E tem uma razão clara e convincente do “para que é que ele faz isso?”. Provavelmente não!

É confuso? Talvez, mas é muito importante entender.

Por exemplo o seguro (de uma forma muito simplista):

  • O que é que ele faz? Protege dos riscos cobertos pela apólice, as pessoas/os bens, em que se algo acontecer, dentro do previsto pela apólice, a seguradora pagará a respetiva indemnização.
  • Para que é que ele faz isso? Para enfrentar o futuro com maior confiança, para permitir correr certos tipos de riscos (investimento, experiências, …), para permitir que a sociedade evolua, …

Conclusão

A Apple não é um modelo para ser aplicado em todo e qualquer tipo de negócio, mas é uma modelo sobre a forma de pensar o produto, o serviço e o relacionamento com o cliente.

Entender esta forma de pensar a atividade, pode representar um enorme salto no desenvolvimento do seu negócio.

Tente tornar-se num homem de valor, em vez de tentar tornar-se num homem de sucesso.

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